É claro que Duke tinha passado o resto da noite a ligar. Eu não sabia isto por ter estado acordada. Sabia disto porque quando acordei e me levantei do sofá o meu telemóvel não lá estava, o que apenas queria dizer uma coisa. O vampirão tinha ficado com ele. O que queria dizer que provavelmente tinha falado com Duke. O que provavelmente queria dizer que eu estava metida em sarilhos se o vampirão lhe contasse o que eu era antes de eu mesma o fazer. Todas as minhas dúvidas foram dissipadas quando o vampirão entrou na sala com o meu telemóvel na mão e mo entregou.
- Há alguém que quer mesmo falar contigo – Disse.
- E tu não falaste com esse alguém?
Apontou para o telemóvel e disse:
- Assuntos teus. Não meus.
Olhei para o visor. Chiça, 19 chamadas perdidas. E todas da mesma pessoa. Nisto, o telemóvel volta a tocar. Atendi ao segundo toque.
- Duke, desisto. Eu vou ter contigo.
- Maravilhoso. Onde queres?
- Onde tu quiseres. Mas pára de me ligar, por favor!
- Anda cá a casa. Tens de me contar essa história da Kelly ter morrido. Parece algo muito mal contado.
- Okay, prometo eu conto.
- Amo-te.
- Eu também. – “Acho eu” completei mentalmente..
Quando me voltei para encarar o vampirão, ele já não lá estava. Credo, como eu detestava que me fizessem isto. Subi ao quarto e vesti-me, demorando apenas cinco minutos a decidir a roupa que ia levar. Agarrei nas chaves do meu carro e fui até casa dele. Olhei para o espelho. Não parecia morta. Isso era bom. Era muito bom.
- Há alguém que quer mesmo falar contigo – Disse.
- E tu não falaste com esse alguém?
Apontou para o telemóvel e disse:
- Assuntos teus. Não meus.
Olhei para o visor. Chiça, 19 chamadas perdidas. E todas da mesma pessoa. Nisto, o telemóvel volta a tocar. Atendi ao segundo toque.
- Duke, desisto. Eu vou ter contigo.
- Maravilhoso. Onde queres?
- Onde tu quiseres. Mas pára de me ligar, por favor!
- Anda cá a casa. Tens de me contar essa história da Kelly ter morrido. Parece algo muito mal contado.
- Okay, prometo eu conto.
- Amo-te.
- Eu também. – “Acho eu” completei mentalmente..
Quando me voltei para encarar o vampirão, ele já não lá estava. Credo, como eu detestava que me fizessem isto. Subi ao quarto e vesti-me, demorando apenas cinco minutos a decidir a roupa que ia levar. Agarrei nas chaves do meu carro e fui até casa dele. Olhei para o espelho. Não parecia morta. Isso era bom. Era muito bom.
Ele veio á porta mal ouviu o som do meu carro estacionar. Aquele miúdo sempre tinha tido uma audição fantástica. Correu para mim, abraçou-me e deu-me um beijo.
Aquilo ia ser mais difícil do que eu estava á espera. Como é que se conta ao nosso namorado, bem, noivo, quer dizer, ajoelhar-se com um anel de plástico não conta como noivado. Mas para ele contava.
Ele retirou do bolso uma caixa azul e deu-ma para as mãos. Era um anel VERDADEIRO. Não podia ser. Não agora.
- Duke, tem calma, eu tenho de te contar uma coisa.
- Se é sobre a morte da Kelly, contas depois. Agora, tenho algo a fazer.
E ele ajoelhou-se. Eu quase comecei a chorar, mas lembrei-me que não podia. Porque ele depois ia fugir a correr. E eu tinha de dizer que não podia casar com ele. Porque senão ele também ia morrer, tal como Kelly, porque isto não ia acabar assim, segundo aquele papel esquisito.
Aquilo ia ser mais difícil do que eu estava á espera. Como é que se conta ao nosso namorado, bem, noivo, quer dizer, ajoelhar-se com um anel de plástico não conta como noivado. Mas para ele contava.
Ele retirou do bolso uma caixa azul e deu-ma para as mãos. Era um anel VERDADEIRO. Não podia ser. Não agora.
- Duke, tem calma, eu tenho de te contar uma coisa.
- Se é sobre a morte da Kelly, contas depois. Agora, tenho algo a fazer.
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